O prefeito de Foz do Iguaçu, general Joaquim Silva e Luna, anunciou a nomeação de Jânia Nunes Berní para a Secretaria Municipal da Mulher. A portaria oficializando a mudança foi divulgada nesta terça-feira (1º) e passa a valer a partir desta quarta-feira (2). Esta é a segunda alteração na liderança da pasta em menos de dois meses.
Jânia Nunes, que anteriormente ocupava a Diretoria de Mídias Digitais da Secretaria Municipal de Comunicação e Relações Institucionais, substitui Natália Mariela Fuentes, exonerada do cargo que ocupava desde 21 de agosto. Natália, a partir desta quarta-feira, assume uma função comissionada de símbolo DAS-3 na mesma secretaria de comunicação.
A Secretaria da Mulher estava sem um responsável desde 15 de julho, quando Scheila Melo pediu exoneração, após questionamentos sobre o recebimento simultâneo de salários da Polícia Militar do Paraná e da Prefeitura entre fevereiro e maio deste ano.
Com uma carreira de 26 anos, Jânia é graduada em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda, além de ter especialização em Comunicação Empresarial e mestrado em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Ela possui registros como jornalista e publicitária, e sua trajetória inclui passagens por veículos como RPC TV Cataratas, Foz TV, Jornal A Gazeta do Iguaçu e Rede Massa/SBT, onde atuou como editora-chefe e apresentadora.
A nova secretária também tem experiência em comunicação institucional e gestão pública, tendo trabalhado Na Prefeitura de Santa Terezinha de Itaipu e no Parque Tecnológico Itaipu Brasil (PTI-BR). Atualmente, Jânia é professora universitária no Centro Universitário Dinâmica das Cataratas (UDC), lecionando nos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, além de ter atuado como instrutora no Senac Paraná.
Desde 2008, a profissional se dedica à comunicação política, enfatizando a importância da educação como meio de formação da cidadania e fortalecimento da democracia. Jânia destaca que a comunicação desempenha um papel fundamental na construção de uma sociedade mais participativa, especialmente em um cenário onde diferentes vozes precisam ser ouvidas nos espaços de produção intelectual.