Exercício simula emergência em aeroporto de Foz do Iguaçu

Um treinamento da Polícia Federal no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu/Cataratas envolveu 20 policiais e equipes especializadas em resposta a uma ameaça de bomba simulada, realizada na quinta-feira, 13.
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Na quinta-feira, 13, o Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu/Cataratas foi cenário de um exercício de segurança que mobilizou cerca de 20 policiais federais e equipes especializadas. A simulação de uma ameaça de bomba teve como objetivo testar a capacidade de resposta das forças de segurança em situações que possam afetar a aviação civil.

O treinamento começou com a entrada de uma carga suspeita na Área Restrita de Segurança do aeroporto, através do Terminal de Cargas. Essa carga foi classificada como uma ameaça vermelha, o que indica um elevado grau de certeza sobre a possibilidade de um artefato explosivo. A equipe da Polícia Federal responsável pela segurança do local isolou a área e seguiu os procedimentos padrão para este tipo de ocorrência.

Após a identificação da carga, foram acionados o Grupo de Bombas e Explosivos (GBE) da PF e o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) do Paraná. As equipes atuaram na identificação e neutralização do artefato simulado, enquanto outros policiais federais realizavam diligências para localizar o responsável pelo despacho da carga, conforme o roteiro do exercício.

O suspeito foi encontrado nas proximidades do Serviço de Combate a Incêndio (SCI) e, após ser identificado, foi conduzido à Delegacia da Polícia Federal. A simulação permitiu avaliar várias etapas da resposta emergencial, desde o reconhecimento da ameaça até a investigação sobre a origem da carga suspeita.

O objetivo do exercício foi verificar a eficácia dos protocolos utilizados em situações que possam comprometer a segurança da aviação civil, além de avaliar a atuação dos agentes e a integração entre os órgãos envolvidos. Ao final do treinamento, o artefato simulado foi neutralizado, e a explosão registrada nas imagens fez parte do cenário planejado, não representando uma ocorrência real no aeroporto.

A atividade envolveu a colaboração entre a Polícia Federal e o BOPE/PR, focando no treinamento operacional e no aprimoramento da resposta a eventuais ameaças em instalações aeroportuárias.