Gestão de Raquel Lyra é aprovada por 50% em Pernambuco, aponta Real Time Big Data

A gestão da governadora Raquel Lyra em Pernambuco tem aprovação de 50%, enquanto 47% desaprovam, segundo pesquisa Real Time Big Data.
Gestão de Raquel Lyra é aprovada por 50% em Pernambuco, aponta Real Time Big Data

Pesquisa revela que 47% dos pernambucanos desaprovam a administração da governadora.

A gestão da governadora Raquel Lyra em Pernambuco tem aprovação de 50%, enquanto 47% desaprovam, segundo pesquisa Real Time Big Data.

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), registra aprovação de 50% de sua gestão, enquanto 47% dos eleitores pernambucanos desaprovam sua administração. Os dados são de um levantamento do instituto Real Time Big Data, divulgado nesta quinta-feira, 11 de dezembro.

A pesquisa oferece um panorama da percepção pública sobre o governo estadual, destacando a polarização nas opiniões dos cidadãos.

O estudo foi realizado com 1.200 pessoas, entrevistadas entre os dias 9 e 10 de dezembro. A margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.

O percentual de entrevistados que não souberam ou não responderam à pergunta sobre a aprovação da gestão foi de 3%, indicando uma parcela minoritária de indecisos.

Além da aprovação geral da gestão, o Real Time Big Data também sondou a avaliação da administração em si. Neste quesito, 27% dos pernambucanos classificam o governo como “ótimo” ou “bom”.

A maior parte dos entrevistados, 44%, considerou a administração “regular”. Já 27% a consideraram “ruim” ou “péssima”, refletindo um descontentamento significativo.

Apenas 2% não souberam ou não responderam a essa pergunta.

Os resultados indicam um cenário de equilíbrio entre aprovação e desaprovação, sugerindo que a governadora Raquel Lyra enfrenta desafios para consolidar um apoio majoritário em todo o estado. A divisão quase equitativa entre os que aprovam e os que desaprovam a gestão, e a similaridade entre os que a consideram ótima/boa e ruim/péssima, apontam para a necessidade de estratégias que busquem unificar a percepção pública sobre as ações do governo.