Um conhecido professor universitário de Curitiba, conhecido por ser um mala, pode ter de dar explicações sobre uma situação que envolve sua esposa e um cargo em uma repartição pública.
A suspeita é de que ela receba remuneração dos cofres públicos sem cumprir regularmente as atribuições do cargo. O caso levanta perguntas incômodas: quem controla a frequência, quais serviços são efetivamente prestados e quem atesta o cumprimento da jornada?
Há ainda uma questão especialmente delicada: se as suspeitas forem confirmadas, será preciso esclarecer quem tinha conhecimento da situação e se houve alguma interferência para garantir a permanência da servidora no cargo.
O episódio, ainda sem comprovação pública apresentada, exige apuração cuidadosa. Afinal, uma coisa é ensinar sobre ética e responsabilidade nas instituições. Outra, bem diferente, é ter de responder a perguntas sobre o funcionamento delas dentro da própria família.
No serviço público, o contracheque é certo. O trabalho também precisa ser.