Ex-Assessor da Celepar tenta acordo com MP após suspeitas de irregularidades

Um ex-funcionário da Celepar, acusado de ser um funcionário fantasma, manifestou interesse em um Acordo de Não Persecução com o Ministério Público. Ele se compromete a devolver os salários recebidos entre janeiro de 2024 e janeiro de 2025.
CELEPAR

Um ex-assessor da Celepar, empresa pública do Paraná, está buscando formalizar um Acordo de Não Persecução com o Ministério Público (MP). O profissional, que ocupou um cargo comissionado na estatal, é suspeito de ter atuado como funcionário fantasma durante seu período de nomeação.

Para tentar minimizar as consequências legais, o ex-funcionário se dispôs a devolver todos os salários recebidos enquanto esteve nomeado, que compreendem o período de janeiro de 2024 a janeiro de 2025. Essa ação pode ser vista como uma tentativa de regularizar sua situação e evitar uma ação penal mais severa.

O Acordo de Não Persecução é uma alternativa que permite ao investigado evitar uma ação judicial, desde que cumpra determinadas condições, como a reparação do dano causado. No caso do ex-assessor, a devolução dos valores recebidos é um passo importante nesse processo.

As investigações acerca da Celepar e de possíveis irregularidades envolvendo seus funcionários têm ganhado destaque nos últimos meses, refletindo um esforço do MP em combater fraudes e práticas ilícitas dentro do setor público. O caso do ex-assessor é um dos muitos que estão sendo analisados pelas autoridades.

A expectativa é que, ao formalizar o acordo com o MP, o ex-funcionário consiga reduzir as penalidades que poderiam ser impostas em função das acusações de irregularidades. A situação ainda está em andamento, e novas informações podem surgir à medida que o processo avança.