Após a negativa, o suspeito enviou um áudio com ofensas, expressando sua frustração de maneira hostil. A situação se agravou quando ele enviou fotografias de conteúdo sexual explícito diretamente para o número da comerciante, transformando seu ambiente de trabalho em um espaço de intimidação e medo. A empresária, que estava sozinha na loja, sentiu-se vulnerável diante do anonimato do autor das mensagens.
“Tenho muito medo, pois trabalho sozinha na loja e não faço a menor ideia de quem é essa pessoa”, relatou a vítima, que viu sua rotina de trabalho ser impactada pela angústia e pela desconfiança a cada notificação recebida no celular. Diante da gravidade da situação, ela decidiu reunir todas as evidências digitais, como o histórico de chamadas e prints das mensagens, e formalizou um boletim de ocorrência na delegacia de Valparaíso.
Os agentes da Polícia Civil de Goiás (PCGO) já iniciaram as investigações para rastrear a linha telefônica utilizada pelo agressor. O objetivo é identificar quem está por trás das investidas criminosas e garantir que o responsável enfrente as consequências legais pelos crimes de importunação sexual e ameaça. O caso ressalta a importância de medidas de segurança e proteção para pessoas que, como a empresária, enfrentam situações de violência e assédio em seus ambientes de trabalho.